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quarta-feira, 20 de abril de 2011

Uma bruxa em apuros - Kim Harrison

SINOPSE: Misture o melhor que a fantasia urbana e o romance paranormal podem oferecer


Todas as criaturas das trevas se reúnem na cidade de Hollows para se esconder, festejar... e comer. As longas noites são dominadas por vampiros num mundo de predadores que se caçam uns aos outros sem piedade. A jovem e sexy Rachel Morgan é caçadora de prémios por profissão e bruxa por vocação. A sua obrigação é manter Hollows minimamente civilizada. Vagueando pelas ruas da cidade, Rachel persegue criaturas sobrenaturais que cacem os habitantes mais inocentes e vulneráveis. Mas quando a noite esconde os maiores pesadelos imagináveis, uma personalidade forte e uma mão cheia de feitiços podem não ser suficientes para sobreviver. A não ser, claro, que Rachel Morgan seja mais do que aparenta ser...


OPINIÃO: Fiquei surpreendida com o desenvolvimento da história. A sinopse não conta absolutamente nada do que a narrativa realmente traz.
Rachel Morgan é uma caçadora de criaturas sobrenaturais mas num mundo onde houve a Viragem, isto é, os seres fantásticos vivem entre nós e mais uma vez são alvo de preconceito por parte da maioria dos humanos.
Ao contrário do que imaginei ao ler a sinopse, Rachel não se mantém na condição de "policial" por muito tempo mas sim de foragida, o que torna a acção do livro muito mais emocionante.
Em relação à escrita, é detalhada e não deixa o leitor fugir aos parametros do que é desejado, isto é, não há local onde Rachel entre que não nos seja automaticamente descrito para melhor nos situarmos. É também uma escrita cuidada com o uso correcto da primeira pessoa sem dar a sensação de estarmos a ler um diário.
As personagens são cativantes e como sempre destaco as duas que mais me marcaram pela positiva: Jenks e Ivy. Estas são as personagens que descarregam momentos de diversão na narrativa, sobretudo Jenks, o pixie. Ivy é uma vampira com alguns problemas de auto-controlo.
No entanto há uma outra personagem que deixa a curiosidade corroer até ao derradeiro final, Kalamack. Não quero adiantar nada acerca dele mas garanto que ele é uma mais valia na obra.
O ponto negativo surge nos termos utilizados que me deixou confusa durante a primeira metade da leitura. Termos como Inderlander, D.F.I., etc...
Em geral, faço uma crítica positiva deste livro e como não podia deixar de ser, há mais e cá o aguardo!

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