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quinta-feira, 13 de junho de 2013

Porque és minha - Beth Kery

SINOPSE: A autora bestseller do New York Times, Beth Kery, agarra-nos com um romance inebriante como nenhum outro — onde as regras do desejo são quebradas, noite após noite…


No instante em que Francesca e Ian se conhecem, a atração é mútua; uma carga requintadamente física incendeia ambos. Para Ian, ela é o tipo de mulher a que ele não resiste: inocente e pura. Para Francesca, ele é o tipo de homem que ela mais teme e deseja: sombrio, extremo, autoritário, e interdito. O que se passa entre eles não pode ser ignorado — apenas acatado, evoluindo para um inevitável vínculo.


De um jato particular para um interlúdio em Paris, de um ousado encontro num museu público para a intimidade de um hotel de luxo, Francesca e Ian estão um com o outro sempre que o desejo se torna premente. Mas à medida que a relação deles fica mais intensa, Francesca descobre algo a respeito de Ian — e dela própria — que altera para sempre o jogo e os jogadores. É algo com que eles nunca contaram, algo que lhes faz girar as vidas, delirantemente fora de controlo…

OPINIÃO: Não terminei.
Shame on me, mas não consegui mesmo. Até hoje, só me aconteceu não conseguir terminar 3 livros.

Agora, porque é que eu não consegui terminar este livro?

Bem, na minha opinião, este livro não tem história. Com isto, quero dizer que não se verifica qualquer objetivo e o que assistimos é a uma mulher cumprir os caprichos sexuais de um homem rico.
Mas onde é que eu já ouvi isto? - perguntam vocês.
Sim, de facto, há imensas semelhanças com o mediático "Cinquenta sombras de Grey", no entanto, atrevo-me a dizer que o Grey consegue ser bastante melhor, porque, pelo menos, a protagonista tem alguma piada. Já esta gosta de pensar que está no comando da situação e não poderia estar a ser mais subjugada.
A Anastacia do "Cinquenta sombras de Grey" tem alguns complexos e pensa muitas vezes neles quando se vê ao lado do perfeito Christian. Francesca, por sua vez, é uma mulher lindíssima que vive atormentada por uma infância de obesidade, com alguns "daddy's issues" à mistura. Ela tem noção do quão bela é, mas gosta de recordar constantemente o que sofreu na infância. É uma protagonista aborrecida e dada a um orgulho que não põe em prática. É deveras irritante.

Ian não consegue ter metade do charme de Christian. É um homem assustador. A forma como ele lida com Francesca, as coisas que diz, a falta de tato e carinho nas suas ações é de fugir.

Por último, e um dos grandes motivos pelo qual odiei este livro, temos a linguagem. Mas porque raio se usa palavras tão rudes para descrever cenas de sexo? Há tantas formas belas de descrever o ato, qual é a necessidade de usar termos baixos? 
Também não me agradou ler mais de 150 páginas e 90% do que li ser apenas sexo (ou descrições de obras de arte). Estas, por sua vez, estão explícitas ao ponto de serem repugnantes. Se isto fosse um filme, era pornográfico, e não erótico, como seria de esperar.

Acho que vou, definitivamente, desistir dos eróticos. Não são mesmo a minha praia.

1 comentário:

  1. Eu nem sequer começei a ler. Quando tentei ler o resumo por causa de um passatempo, desisti logo. E só por aquele bocadinho, pensei logo mais em pornografia do que em erotismo. Não tem nada a ver. Para mim, o erotismo tem de ser muito bem escrito para ser bom, senão torna-se mau, banal. Só o pouco que li também achei repugnante.

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