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quinta-feira, 14 de março de 2013

Sangue de anjo - Nalini Singh

SINOPSE: Elena Deveraux é uma caçadora de vampiros. Sabe que é a melhor - mas não sabe se será suficientemente boa para a tarefa que tem que cumprir. É contratada pelo perigosamente belo arcanjo Raphael, um ser de tal modo letal que nenhum mortal deseja merecer a sua atenção. Elena sabe que não pode falhar - embora se trate de uma missão impossível. Porque desta vez não é um vampiro voluntarioso que tem de localizar. É um arcanjo que degenerou. 

A missão irá colocar Elena no meio de um turbilhão de mortes inimaginável - e levá-la para o fio da navalha da paixão. Mesmo que a caçada não a destrua, sucumbir ao encanto de Raphael pode fazê-lo. Pois quando os arcanjos brincam, os mortais sofrem… 
Nalini Singh continua a encantar e a cativar novos leitores com os seus romances de anjos e vampiros. Sangue de Anjo é uma leitura empolgante com personagens maravilhosamente bem desenvolvidos e a criatividade que fez de Singh uma estrela. Com uma mistura inspirada de paixão e perigo, esta história vai manter-vos em suspense. E conquistará decerto um lugar na vossa lista de favoritos.


OPINIÃO: É por estas e por outras que fico absolutamente aborrecida, quando só as editoras pequenas são acusadas de má correção dos livros e só os autores portugueses levam com a a fama de serem pouco cuidadosos nos detalhes do enredo.
Ora bem, este livro está calejado de gafes de escrita. Daquelas que obrigam a pausas na leitura e, em alguns casos, a voltar atrás e ter de reler o texto para se perceber quem está a falar. 
Porém, o enredo também apresenta falhas. Destaco uma situação em que a Elena está com umas cuequinhas brancas na mão e na página seguinte, tada, já são pretas. E, não, o livro não é de magia. 
Para complicar mais a situação, fiquei confusa quanto à fisionomia da dita protagonista, isto porque ela é-nos apresentada como tendo os cabelos loiros, quase brancos, e, durante o livro, há menções do "cabelo negro dela ser lançado para trás das costas". O que me vale é que, muitas vezes, o meu cérebro ignora estas descrições e, por mais que me digam que a personagem é ruiva ou loira, vejo-a à minha maneira.
O problema pode vir da tradução e não da autora e, até ler o original (coisa que não vou fazer), ficaremos sem saber onde está o dedo abandalhado neste livro.

Quanto à história, posso dizer que, tirando este problema (grave), gostei imenso. Há um prol de personagens interessantes e fortes. Há, nitidamente, muita crueldade investida, com direito a descrições "enjoativas" de cenas de "crime" e uma maldade e loucura patente em quase todos os intervenientes. Afinal, estamos a falar de arcanjos, criaturas intemporais e com demasiado ego.
Quanto à protagonista, Elena, apercebo-me que tenho mesmo um problema sério com personagens femininas. Ela é muito irritante. Não há um único macho que não tenha pensamentos pecaminosos com ela e, claro, ela é completamente cheia de si, com uma coragem desmedida, apesar de ser, evidentemente, o elo mais fraco da história. O que não vale ter as costas quentes!
Rafael, o arcanjo, tem uma personalidade muito em voga na atualidade. É possessivo, arrogante, egocêntrico, detentor de um passado triste e complicado... Bem, está na moda. Pessoalmente, eu gosto destes machos quebrados e cinzentos.
O vilão (peça importantíssima em qualquer obra) é medonho! (No bom sentido, claro! Afinal, estamos a falar de um vilão). É daqueles que não desejamos mesmo passar por eles. Completamente dominado pela loucura, por uma cegueira maléfica com direito a torturas, sangramentos, esfoliações , entre outros atos nada carinhosos.
Para quem gosta de um livro sobrenatural dirigido a um público adulto e para quem tenha o estômago forte, recomendo a leitura.
Contudo, fiquei a saber que a editora não pensa em publicar mais a série, o que me deixa muitíssimo desagradada. Para além de ser boa (se se tiver em atenção estes erros que passaram), é de muito mau grado lançar um livro, vendê-lo, publicitá-lo, induzir a comprar e depois não lhe dar seguimento.

2 comentários:

  1. Visto que foi publicado com tanta gralha que o original não deve ter, ainda bem que ficaram quietos... Mas sim a Contraponto é especialista nisso. As bloggers andam a ler a série em inglês agora.

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