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quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

O Mago - Raymond E. Feist

SINOPSE: Na fronteira do Reino das Ilhas, existe uma cidade tranquila chamada Crydee. Nessa cidade, vive um rapaz órfão de nome Pug. Trabalhando nas lides do castelo que o acolheu, ele sonha com o dia em que se tornará um guerreiro valoroso ao serviço do rei. Mas o destino troca-lhe as voltas e o franzino Pug acaba por tornar-se aprendiz do misterioso Mago Kulgan. Nesse dia, o destino de dois mundos altera-se para todo o sempre. Subitamente a paz do reino é esmagada, sem piedade, por misteriosas criaturas que devastam cidade após cidade. Quando o mundo parece desabar a seus pés, Pug percebe que apenas ele poderá mudar o rumo dos acontecimentos, penetrar as barreiras do espaço e do tempo, e dominar os poderes de uma nova e estranha magia... Esta é uma viagem por reinos distantes e ilhas misteriosas, onde irá conhecer povos e culturas exóticas, aprender a amar e descobrir o verdadeiro valor da amizade. Mas, no seu caminho, terá de enfrentar tenebrosos perigos e derrotar os inimigos mais cruéis.


OPINIÃO: A grande valia deste livro? Sem dúvida as personagens.
Um grande pedaço da primeira parte centra-se em Pug e no seu processo de crescimento. Logo, é impossível que o leitor não crie uma simpatia para com este jovem de origens simples que vê a sua vida dar uma reviravolta quando escolhido para ser aprendiz do mago.
Pug aprende a viver na corte. Há relações que se criam com as circunstâncias e assim acontece com a princesa Carline e com o escudeiro Roland. O autor consegue separar excelentemente as etapas da vida de Pug e dos restantes jovens em seu redor. Quero com isto dizer que numa primeira etapa, este trio formava um triângulo complicado, porém, a vida os levará para caminhos distintos. Sentimentos crescem e outros surgem do nada. Do lado romântico deste livro pouco se vê e espero que esta vertente se adense para a frente, pois é deliciosa a forma terna como o autor lida com este assunto.
Thomas, amigo de Pug, foi sem dúvida a maior surpresa. O que parecia ser uma personagem secundária, sem muito interesse, aparece amadurecido com uma personalidade intrigante e com bastante relevância. O destino empurra para Thomas um desígnio e a sua transformação aquando essa pretensão é soberba. Aliás, o capítulo que mais me marcou teve Thomas como foco.
Adorei o mistério em redor do príncipe Arutha e estou desejosa de o conhecer um pouco melhor. 
O príncipe Lyam não possui o mesmo poder de presença de Arutha, mas não deixa de ter o seu encanto. 
No que toca ao enredo em si, a história é um pouco enrolada com descrições e tem um ritmo lento. Só mais para o final é que senti a ansiedade da batalha a crescer e as palavras a ganharem ação.
Estou intrigada com o rumo que irá tomar e o que irá resultar desta guerra cujos oponentes se desconhecem por inteiro.
Os povos criados pelo autor não deixam lugar para tédio. O mundo dos anões é apresentado e desenvolvido, mas o dos elfos é quase abafado.
Estou ciente de que o 4º volume sairá este ano, logo o que acabei de ler foi uma ponta de uma grande obra. Vejo imenso potencial nesta saga.

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